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António Filipe reafirma defesa da Segurança Social pública, solidária e universal

Reunião com a Associação Nacional dos Centros de Cultura e Desporto dos Trabalhadores da Segurança Social e Dirigentes Sindicais

António Filipe reuniu com as CCD – Centros de Cultura e Desporto dos trabalhadores da Segurança Social, uma forma de organização dos trabalhadores que presta um relevante serviço à população através de equipamentos sociais.

Na ocasião, o candidato sublinhou que a Segurança Social pública, solidária e universal é uma conquista de Abril e um pilar fundamental da coesão e da justiça social em Portugal, constituindo um direito fundamental de todos os cidadãos.

António Filipe salientou ainda que, sem a Segurança Social, quase metade da população seria pobre, o que torna indispensável a sua defesa face às tentativas de privatização. Em particular, criticou o plano inaceitável da União Europeia que procura transformar um direito social universal num produto financeiro.

Garantir a universalidade da Segurança Social pública é uma incumbência constitucional do Estado e um dever de soberania. É também por essa razão que António Filipe considera essencial um Presidente da República firmemente comprometido com a defesa da Segurança Social e dos direitos sociais consagrados na Constituição.

Partilha

A direita controla hoje todos os órgãos de soberania. Apoia-se no crescimento de uma extrema-direita fascizante, racista e xenófoba. Neste quadro as eleições para Presidente da República assumem particular importância”

Os centros de decisão do capital começaram cedo a preparar as próximas eleições para Presidente da República, com a valorização e projeção de imagens ou conceitos como “autoridade” ou “poder forte””

Outras candidaturas que se perfilam com apelos ao consenso e à moderação feitos por quem quer que tudo fique na mesma”

Perante as candidaturas já anunciadas, muitos democratas lamentavam com razão a falta de uma candidatura que se identificasse sem reservas com os valores de Abril. Essa candidatura faltava, mas já não falta. Aqui estamos”

Uma candidatura a Presidente da República não pode resumir-se a produzir declarações generalistas e inócuas, sobretudo na situação que o País atravessa”

Nas funções que assumi no âmbito da Assembleia da República, que foram muitas e diversas procurei sempre defender o projeto libertador de Abril o melhor que fui capaz.”

É a candidatura de um comunista, com a confiança e o apoio dos seus camaradas, mas rejeita que a queiram limitar às fronteiras de uma afirmação partidária.”

É a candidatura que denuncia o sistema capitalista como causa profunda das injustiças, das desigualdades e da exploração.”

É a candidatura que constitui o espaço de convergência de todos os que se revêem na Constituição independentemente das suas opções políticas e partidárias.”

Entrevista

“O poder económico, perante a falência do modelo politico neoliberal que criou, alimenta as forças de extrema direita”
“A extrema-direita fala de corrupção, tenta associar a democracia à corrupção, quando o regime fascista é a corrupção institucionalizada.”
“A batalha parlamentar pela despenalização da IVG foi uma luta da qual me orgulho muito ter participado.”
“Que memórias tenho antes do 25 de Abril de 1974.”

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